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Djalma Filho é um poeta baiano,
de Salvador. Aos quatorze anos começou a interessar-se pela arte de escrever.
Eleito presidente do Grêmio do Colégio Antonio Vieira, lutou pelo
intercâmbio cultural entre as escolas públicas e particulares. Foi
publicado, pela primeira vez, por Fred Souza Castro - Jornal A Tarde - e arrebatou
um terceiro lugar no "Concurso Permanente de Contos" do Jornal da Bahia.
Aos vinte oito anos formou-se em Administração de Empresas. Em
1982 parou de escrever para exercer a profissão. Em 1994 passa a integrar
o Grupo Cultural Pórtico, quando recomeçou a reescrever com certa
regularidade. Hoje, aos 52 anos (02/06) sente que valeu a pena todos os recomeços.
Participou da Antologia Portais (1995), de Brusca (1996), além de várias
outras antologias da Editora Scortecci. Voltou a fazer algumas incursões
em contos, e publicou em Encontros - Editora Blocos, (1997) seu primeiro texto
longo: A Troca. Sem deixar de adaptar os autores que admira, continua achar que
o teatro é a forma mais abrangente de unir todas as artes. Autor de cinco
peças originais: As Quatro Estações (1978), Pelo Sinal (1994),Entrelinhas
(1997)O Noivo (2002) e As Moças do Vinte e Cinco (2006). Mas é da
poesia que ele se alimenta no seu dia - a - dia.
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